A notícia caiu como uma bomba sobre os ombros de centenas de candidatos que sonhavam com uma vaga no Tribunal Regional Federal da 6ª Região: dos 2.105 convocados para a etapa de heteroidentificação, incríveis 1.188 foram REPROVADOS!
Mais da metade!
Um número absurdo, revoltante, que ecoa como um grito de injustiça e nos remete, dolorosamente, a fiascos recentes protagonizados pela mesma banca: Cebraspe.
É impossível não traçar um paralelo imediato com o vergonhoso episódio da heteroidentificação do concurso do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Lá, vimos um filme de horrores semelhante: candidatos visivelmente pardos sendo sumariamente eliminados por uma banca que parece operar sob critérios nebulosos, subjetivos e, francamente, questionáveis.
A diferença? No caso do TSE, a Justiça já começou a falar mais alto! Diversas liminares e decisões favoráveis têm reintegrado candidatos injustiçados ao certame, reconhecendo a arbitrariedade e a falta de fundamentação das reprovações.
A Cebraspe, mais uma vez, parece ter ignorado a necessidade de uma motivação individualizada, pormenorizada e congruente para cada reprovação.
O que vemos são justificativas genéricas, que não enfrentam as características fenotípicas dos candidatos, limitando-se a afirmar que “não foram considerados pardos”. Isso não é motivação, é um carimbo de descarte!
Onde estão os critérios objetivos? A banca considerou a totalidade do conjunto fenotípico do candidato, como manda a lei e a jurisprudência? Ou se limitou a uma análise superficial, apressada e, quem sabe, preconceituosa? Afinal, nem mesmo o edital previa quais características seriam avaliadas.
A ausência de filmagem individualizada do procedimento, disponibilizada ao candidato, também é um ponto que acende um enorme alerta sobre a transparência (ou falta dela) em todo o processo.
E nem se fale que os candidatos tiveram seus direitos violados ao nem mesmo conseguir encaminhar documentos no recurso administrativo, já que os candidatos somente tinham um campo de texto. Ou seja, todo o recurso administrativo não passou de uma encenação.
Para os bravos candidatos do TRF6 que agora se sentem desamparados e traídos, é crucial olhar para o que está acontecendo no rastro do fiasco do TSE.
A Justiça tem sido sensível aos absurdos cometidos:
Você, candidato pardo do TRF6, que dedicou horas, dias, meses de estudo e abdicou de tanto em busca de um sonho, não pode e não deve aceitar essa reprovação calado. A Cebraspe demonstrou, mais uma vez, uma aparente incapacidade de conduzir um processo de heteroidentificação com a seriedade, respeito e transparência que ele exige.
Seu sonho não pode ser interrompido por uma avaliação subjetiva e mal fundamentada! É hora de lutar, de buscar seus direitos e de se juntar à crescente legião de candidatos que estão revertendo essas decisões injustas na Justiça.
Se você foi um dos 1.188 candidatos injustamente reprovados na heteroidentificação do TRF6, não perca tempo! A angústia é grande, mas a esperança de reversão é real e se baseia em precedentes concretos.
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Nossa equipe está pronta para ouvir sua história, analisar a decisão da banca e orientá-lo sobre os melhores caminhos para buscar a anulação desse ato e retomar sua trajetória no concurso.
Não deixe que um erro da banca defina o seu futuro! A luta é difícil, mas a justiça pode e deve prevalecer!
