O alto índice de reprovação permanece mesmo após os recursos administrativos!
O inimigo em comum: o Cebraspe e seus indeferimentos em massa
O Cebraspe fez de novo. Saiu hoje, 1º de setembro de 2025, o resultado final da etapa de heteroidentificação do concurso da SUSEP e, como em tantos outros concursos recentes, centenas de candidatos foram eliminados em bloco, sem qualquer fundamentação real, apenas com frases copiadas e coladas: “traços inexistentes”, “indeferido” ou variações do mesmo chavão.
Essa prática não é novidade para quem acompanha a banca. O Cebraspe se tornou sinônimo de decisões genéricas, falta de transparência e atropelo de direitos.
Até porque o candidato se prepara por anos, comprova sua condição, apresenta recurso administrativo, mas recebe como resposta um parecer padrão, vazio de justificativas e até mesmo não condizentes com a realidade.
O que deveria ser uma avaliação individualizada vira uma linha de produção de indeferimentos!
Aqui está a verdade dura: quem foi indeferido hoje não perdeu pela sua aparência ou pelo seu recurso. Perdeu porque o Cebraspe repete um modelo viciado de exclusão em massa, que não resiste à análise judicial. E é justamente por isso que a luta não acabou. A partir de agora, a única via eficaz é a Justiça.
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É evidente a ilegalidade!
O Cebraspe insiste em repetir chavões e ignorar provas apresentadas pelos candidatos — fotografias, documentos oficiais, autodeclarações deferidas em outros concursos, registros familiares. Não disponibiliza gravações acessíveis, não detalham atas e, muitas vezes, nem analisam os recursos administrativos de forma correta.
Tudo isso afronta a Lei nº 9.784/1999, que exige motivação individualizada, e também a IN/MGI nº 23/2023, que obriga transparência e registros formais. Viola ainda princípios constitucionais básicos como legalidade, ampla defesa e contraditório.
É EVIDENTE TAL ILEGALIDADE quando um candidato é excluído sem que haja qualquer MOTIVAÇÃO PORMENORIZADA, indicando ponto a ponto porque o candidato não é destinatário das cotas.
O que pedir na Justiça
A judicialização busca recompor o que o Cebraspe destrói: a segurança do candidato de que será avaliado com critérios justos e legais. O pedido típico envolve:
- Suspender os efeitos do indeferimento;
- Recolocar o candidato na lista de cotistas, com anotação “sub judice”;
- Garantir participação nas próximas fases ou preservação da classificação até julgamento final;
As provas que fortalecem sua ação
Ao contrário do que a banca faz parecer, você não está desarmado. Provas como:
- Fotografias antigas e de descendentes pretos e/ou pardos;
- Laudo antropológico (temos um antropólogo parceiro que realiza esse laudo);
- Documentos oficiais com campo “raça/cor”;
- Deferimentos em concursos anteriores;
A Justiça já reconhece os abusos do Cebraspe
Não se trata de teoria: os tribunais já vêm reconhecendo a forma ilegal e arbitrária com que o Cebraspe conduz as etapas de heteroidentificação.
Isso porque, decisões recentes têm anulado pareceres genéricos, determinado a reinserção imediata de candidatos nas listas de cotas e até exigido nova avaliação por comissões distintas, com critérios objetivos e transparentes.
No concurso unificado do TSE, por exemplo, conquistamos diversas vitórias que resultaram na reintegração de candidatos injustamente eliminados pelo Cebraspe, garantindo sua continuidade nas etapas seguintes e preservando a chance real de nomeação.
Os juízes têm deixado claro que expressões como “inexistente” ou apenas “indeferido” não suprem o dever de motivação individualizada previsto em lei e, portanto, são insuficientes para sustentar a exclusão de qualquer candidato.
Essas conquistas demonstram que o caminho judicial é eficaz e que a Justiça está sensível ao abuso praticado pelas bancas.
Não é um pedido improvável ou uma aposta: é um direito reconhecido e já garantido em diversos processos que movemos contra o próprio Cebraspe.

(uma de várias decisões que tivemos reinserindo candidatos eliminados de forma injusta em heteroidentificações feitas pelo CEBRASPE)
O fator tempo: agora é hora de tomar a decisão mais importante da sua vida!
O concurso não vai parar para esperar você resolver o problema. Homologações, convocações e cursos de formação vão avançar.
Se você não agir agora, corre o risco de perder etapas cruciais.
É por isso que propor a ação rapidamente faz toda a diferença: quanto antes o processo judicial é iniciado, maiores as chances de uma decisão manter sua vaga viva e tornar o sonho da estabilidade cada vez mais possível.
Como atuamos no Oliva & Souza
No Oliva & Souza Advogados, tratamos cada caso de forma individual e estratégica:
- Triagem gratuita do resultado final, edital, atas e documentos;
- Indicação da tese mais forte para atacar as ilegalidades;
- Elaboração de petição com fundamentação técnica e pedido de tutela de urgência;
- Estratégia processual para preservar sua classificação até o fim do concurso;
- Acompanhamento completo em todas as instâncias.
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Conclusão: seu direito deve ser protegido!
Se você foi indeferido hoje na heteroidentificação da SUSEP, não aceite passivamente. O que está em jogo não é só sua vaga, mas o respeito ao devido processo legal.
Não permita que anos de esforço sejam jogados fora por uma decisão padronizada, repetida em massa e completamente ilegal!
Oliva & Souza Advogados — especialistas em concursos públicos e heteroidentificação. Quando o Cebraspe erra, nós reagimos na Justiça.

